PATROCINADO

Comissão da Câmara aprova projeto inspirado em Larissa Manoela

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin

O projeto de lei que cria um agravante para o crime de abuso de incapazes foi aprovado nesta terça-feira, 25, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. O texto altera o Código Penal para aumentar a pena em um terço no caso de o delito for cometido pelos pais da vítima ou por seus responsáveis legais. Atualmente, a pena é de dois a seis anos. As informações são do Estadão.

O caso, de autoria da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi inspirado na atriz Larissa Manoela, após conceder entrevista ao “Fantástico”, programa da TV Globo, no ano passado, declarando que abriu mão de um patrimônio estimado em R$ 18 milhões em disputa com os pais.

A atriz de 22 anos, com 18 de carreira, afirmou ainda que, mesmo depois da maioridade, não eram passadas para ela informações sobre a sua situação financeira. Por isso, começou a questionar os pais de maneira mais incisiva no ano passado.

“Em casos como esse, a ação do criminoso demonstra um maior desvalor, pois a sua condição de ascendente ou responsável legal da vítima permitiu-lhe praticar o delito com mais facilidade. Outrossim, há uma maior reprovabilidade da conduta do agente”, argumenta Carneiro.

A votação se deu de forma simbólica, já que o Congresso Nacional está esvaziado.

Nesta semana, deputados podem participar das sessões nas comissões e nos plenários de forma remota, em seus estados, usando o aplicativo da Casa. Partidos votam pautas que são de consenso entre todos.

A atriz de 22 anos, com 18 de carreira, afirmou ainda que, mesmo depois da maioridade, não eram passadas para ela informações sobre a sua situação financeira. Por isso, começou a questionar os pais de maneira mais incisiva no ano passado.

“Em casos como esse, a ação do criminoso demonstra um maior desvalor, pois a sua condição de ascendente ou responsável legal da vítima permitiu-lhe praticar o delito com mais facilidade. Outrossim, há uma maior reprovabilidade da conduta do agente”, argumenta Carneiro.

A votação se deu de forma simbólica, já que o Congresso Nacional está esvaziado.

Nesta semana, deputados podem participar das sessões nas comissões e nos plenários de forma remota, em seus estados, usando o aplicativo da Casa. Partidos votam pautas que são de consenso entre todos.